Wednesday, November 29, 2006

Sexo e a cidade? Não, obrigado, só sexo, se faz favor...

"Se déssemos broches eternamente aos homens, nós dominaríamos o mundo."
Samantha Jones, in Sexo e a Cidade

Eu declaro que se faça uma moção na Assembleia da República para que este decreto seja aprovado e eventualmente promulgado como lei.

Abdicamos do nosso podium como o género dominante no planeta, mas em compensação ganhamos uma reserva para a vida de felatio...

Eu digo que engulamos o nosso orgulho para que outras possam engolir outra coisa...

Monday, August 28, 2006

O Soube-me a pouco... não está morto! Apenas hibernou... como os ursos!

Bom, e agora que acabei de quase chamar urso a um weblog, queria só deixar aqui algumas rápidas observações avulsas que giram em volta de um mesmo tópico: televisão.

Quando é que os excelentíssimos senhores directores da TVI vão perceber que morangos com açúcar quatro vezes ao dia dá numa bruta caganeira?

Relativamente à SIC, penso que chamar Floribella ao seu mais recente hit foi uma escolha acertada, pois para além do nome ser tipicamente português (repare-se, inclusive, nos dois éles seguidos), a opção era Arbustifeiinha, o que já não é tão apelativo.

Na RTP1, temos o remake do Noddy, mas desta vez com um nome mais sugestivo...
Não o vou comentar, pois qualquer pessoa com uma mente minimamente porca consegue atingir a conotação sexual em "Abram alas para o Noddy".
A escolha deste, no entanto, já não foi tão acertada como no caso da Floribella, pois o nome ideal para uma série que gira em torno de um taxista com 53 anos de idade seria "Ó filha, chega aqui que o pai unta-te".
Isto na versão portuguesa, pois o nome original teria de ser "Oh daughter, come here that the father untates you".

Monday, February 20, 2006

Um passeio no parque...

Estava Sol. Bom tempo. O tempo ideal para sair de casa e ir dar uma volta.

Um passeio pelo parque.

Por entre o verde, o castanho, o cinzento e o arco-íris de sentimentos que se cola ao pêlo num lugar tão naturalmente calmo.

É que aquilo de se estar trancado entre quatro paredes já não estava a dar com nada.
Um tipo cansa-se disso.

Ar puro.
Do bom e do fresquinho.
Daquele que sai das árvores e da relva e de todas as outras vegetâncias que por aí abundam.
Foi a panaceia que me curou todos os males.

E em menos do esfregar de um olho me pus em tal anfiteatro de cheiro a gardénia e a malmequer.

Os pássaros, irrequietos em toda a sua ligeireza, chilreavam em odes à Mãe Natureza.
As pessoas, aqui e ali de mão dada, andavam na passeata com a tranquilidade de para quem a vida não é sinónimo de azáfama.
E os amigos... ah, os amigos... os meus amigos... os meus cupinchas, esses encontravam-se - como que em repetição de tempos de antanho - no sítio do costume.

E estes tempos... que bons tempos voltaram a ser!

Como corremos e saltámos.
Como tropeçámos e solenizámos.
Como divertimo-nos e divertimos quem via a alegria de quem comemora a vida em boa companhia!
Foi mais do que sadio. Foi bom.
Foi mais do que bom. Foi doce.
Foi doce. Foi muito doce, mas...

Nada dura para sempre. A eternidade é apenas um mito.

Foi chegado o momento em que se mostrou iminente o regresso ao lar.

Antes, porém, e aproveitando o facto de ninguém estar a olhar, aliviei-me ali contra uma árvore.
Depois, despedi-me dos meus companheiros de galhofa e segui de novo rumo àquele local de poiso que me inspira segurança e que é, ao mesmo tempo, a minha prisão.

O regresso ao lar.

Feito no piscar do olho que ficou de sobra.

E, à minha espera, na soleira da porta, lá se encontrava: Ele.

Ele, que com palavras desmedidas me brindou com discurso repisado:

- "Ó Maria, então tu voltastes-me a deixar a porta de casa aberta? Qualquer dia é que nunca mais vemos o bicho! E tu, já para dentro! Não podes sentir uma correntezinha de ar que é logo rua! Casa! Já!... Raios parta o animal!"

Palavras fortes. Palavras feias. Palavras amargas.
Que queimam a minha liberdade.

Porque não posso eu sair quando quero, se quero, e para onde quero?
Que injúrias terei eu feito para merecer tamanha cláusula de inferioridade?
Porque sou eu vítima desta absurda necessidade de mostrar quem é o dono e quem é o vassalo?

E porque tenho eu de me deixar subjugar?

Tanta pergunta... e tanto injusto obscurecimento na resposta.

Desisto. Resigno-me. Renuncio à luta com a mais mundana das complacências.

Dou-lhe a faca e o queijo.

E é fingindo ouvidos moucos às cruéis palavras do velho, tristonho e cabisbaixo, que me deito na minha cesta e me dedico a lamber os meus próprios tomates.

Wednesday, February 15, 2006

Ahhhh, um soneto....

Werther


Chegaste àquela vila.
Assentaste e, subitamente,
Sem o medo de quem vacila
Apaixonaste-te perdidamente.

Desgraçada e enorme estupidez!
Jovem , casada e amiga,
Amor impossível que te fustiga,
Destino cruel, ignota cupidez!

Quizeste tudo, fizeste nada!
Pobre alma desesperada
Seca as lágrimas e desaparece!

E se esse amor não desvanece,
A morte a tudo traz paz e calma!
Some-te! És um cancro na minha alma.

Tuesday, February 14, 2006

O DIA MAIS FELIZ DA MINHA VIDA!

Não. Não foi hoje...

Wednesday, February 08, 2006

Máximas e Aforismos

Nunca vás para uma entrevista de emprego com tenesmos...

Tuesday, February 07, 2006

Máximas e Aforismos

Aconteça o que acontecer, amanhã vai ou não vai chover....


Se escorregares numa banana és capaz de partir os cornos....